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Atualizado: 2 de outubro de 2025
Foi n'essa côrte que viu e se perdeu de amores por Leonor Telles. Parece, comtudo, que antes d'isso não amava; porque é proprio dos temperamentos, como era o do rei, não ter paixões. A sua delicia era o gozar indolente dos carinhos e meiguices das mulheres, não era amar.
O tumulo do segundo marido de D. Leonor Telles é um sarcophago de pedra branca, fina e friavel, elegante e simplesmente cortada, com mais sobriedade de ornatos do que tem de ordinario os monumentos do seculo XIV, mas de uma acabada sculptura, casta e continente, como o não foi a vida do rei que ahi incerraram depois de morto.
E n'isto se ficou, tendo tido, ainda, D. Férnando uma particular conferencia com o Doutor Flemench, e não podendo já, por doente, receber outra vez os Embaixadores, que graciosamente tratados por Dona Leonor Telles, se foram de Santarem no dia 1 de maio, sem deixar rasto na memoria dos nossos escriptores de Historia.
Afastados de Lisboa Antonio José d'Almeida e Luz d'Almeida, encontrando-se Eusebio Leão e Cupertino Ribeiro no estrangeiro, Theophilo Braga e Basilio Telles no norte e José Relvas em Alpiarça entregue aos trabalhos agricolas nas suas propriedades, o Directorio apparece reduzido a José Barbosa e Innocencio Camacho e o Comité executivo de Lisboa a João Chagas e Candido Reis, visto que Affonso Costa tambem sahira da capital por motivo de doença.
Este o ameaça tambem por querer dissolver o matrimonio contrahido com D. Maria Telles. A rainha nega o casamento: João Lourenço injuria-a de novo, e o Infante arranca da espada. A ponto já de brigarem acode el-rei aos brados de D. Leonor.
Esperava a toda a hora o soccorro do inglez; e se o fructo d'essa guerra lhe era destinado a elle, bom seria que em pessoa o disputasse. Deixar, porém, invadir assim o reino, pôr cêrco á capital, abandonar o povo, abandonar Lisboa, era vergonhoso, decerto. Mas se n'esses dias Leonor Telles, enferma, estava de cama, com as dôres do parto? Como havia de o pobre rei acudir aos dois deveres?
"Ai! suspirou o thesoureiro-mór juro a vossa real senhoria que me é impossivel achar agora outra quantia maior que a de mil dobras pé-terra e trezentas barbudas." "Fernando atalhou Leonor Telles ordena aos moços do monte que ahi ficaram que enfreiem as mulas: devemos partir já.
Mandou recolher o espia a um quarto baixo do paço, e ordenou que viessem á sua presença o fidalgo mais possante de sua côrte, Luiz da Silva Telles, e outro não menos destemido D. Francisco de Faro e Noronha, conde de Odemira. Contou-lhes o que passára com Roque da Cunha, e enviou-os a prender Domingos Leite Pereira onde o denunciante os conduzisse.
Leonor Telles devia saber isto perfeitamente. O momento decisivo approximava-se: não podia continuar por mais tempo em Lisboa, o marido chamava-a, as más linguas podiam falar... O rei lembrou-se então de que para alguma cousa lhe podia servir sel-o: desmancharia esse casamento, porque uma dama tão senhoril e casta não podia ser sua amante. D. Fernando não tinha, o ingenuo, nem ponta de cynismo.
Na Historia da Civilização Iberica é Camões, é Colombo, é Loyola; na Historia de Portugal são Affonso Henriques, Pedro o Cru, o Condestavel, o Infante D. Henrique, Albuquerque, D. Francisco de Almeida, D. João de Castro, o Principe perfeito, D. Sebastião, o Restaurador, o Rei magnanimo, o pobre D. João VI; no Portugal Contemporaneo, Saldanha, Palmella, D. Miguel e o Telles Jordão, Mousinho, Rodrigo, Cabral, os Passos e tantos.
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