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Atualizado: 5 de outubro de 2025
Vão, constante, Morrerei crendo em ti... e o azul distante Olhando como um sabio ou um doente!... Mas, eu não preso a tarde ensanguentada... Nem o rumor do Sol! quero a calada Noute brumosa junto do Oceano... E assim, sem ai nem dôr, entre a neblina, Morrer-me, como morre a balsamina, E ouvindo, em sonho, os ais do teu piano. Eu morrerei, ó languida trigueira!
Vejo que todos n'uma patria moram E sobre todos vejo um céo sómente: Mas ame cada qual; que se outros choram Nas mãos dos tigres que só comem gente, Tambem meus olhos choram seu tormento D'onde quer que seus ais me traga o vento. Deixai ir em seu transito divino Desde a Cruz do Calvario na Judêa, Té á ponta da espada d'aço fino Desembainhada em Italia, o tempo, a idêa.
Ó tristeza do mundo em tardes outomnaes! Longinqua dôr beijando-nos o rôsto... Crepusculo esfumado em intimo desgôsto, Bôca da noite acêsa em frios ais... Aparição soturna, vaga imagem Do mêdo e do misterio... Que solidão escura na paisagem! Tem phantasmas e cruzes, Tem ciprestes ao vento e moribundas luzes, Como se fosse um grande cemiterio.
Um velho grita por tal fórma, que ás vezes, de noite, as patrulhas de Arroios têem ido, sem saber o que é, em procura do sitio de onde vem aquelles ais... Passados dias, por não haver trazido apontamentos dos furiosos na primeira visita que fiz a Rilhafolles, tive de voltar ali. A tarde declinava, e os ultimos raios do sol iam a despedir-se d'aquellas tristes paredes. Ao passar com o sr. dr.
Vae dissipar-se tudo, como ao vento, do fim da tarde o fumo azul d'um lar Já sinto fluctuar-me o pensamento como uma flôr aquatica n'um mar, e nas paginas do livro dos meus ais a Sombra pôr o triste nunca mais!» «Não sou o negro Amor, irmão da Pena a Sombra disse e não empunho espada, mas tenho visto a tenebrosa scena, da tragedia da Vida mallograda.
Os deuses ou são mortos ou caídos, Quaes duros aldeões dormindo as sestas, Ou andam pelos astros perseguidos Chorando os velhos tempos das florestas, Os reis ressonam nas devassas festas: Já os fructos do Mal estão crescidos: Ó Sol, ha muito que tu já nos crestas! E aos nossos ais o Ceu não tem ouvidos!
D. Rufina, sorrindo com fagueira graça, abriu a carta, sentou-se na cama de Carlota, e acompanhou a leitura com suas glosas, não deixando sem ellas a menor phrase esperançosa. A respiração profunda de Carlota, o convulsivo soluçar, o gemido indomavel que lhe fugia em agudissimos ais, interromperam, muitas vezes, a leitora.
Mil vezes entre funebres gemidos, Vi abraçar os pés aos avarentos Homens, estes que trago perseguidos. Dizendo-lhes com ais, e pensamentos Que as montanhas curvavam de gemer: Ó vós, causas crueis d'estes tormentos!
Pergunte-se ao mendigo, coberto de miseria e corrido pelo infortunio, se jamais pediu a uma mulher que lhe mitigasse a sua dôr sem que lhe ella recebera os ais no coração, e lhe minorasse as mágoas e privações que lhe vão gastando a existencia! A mulher poetica é uma viçosa grinalda, cujas flores foram colhidas por Deus e entrelaçadas pelos anjos!
Ella atravez passara d'essas almas aonde em prantos s'escreveu jámais, das grandes solidões das neves calmas, atravez das galés, dos hospitaes, atravez das blasphemias e dos ais, das glorias, dos triumphos, e das palmas, e atravez sempre! sempre! do gemido do Genio eternamente perseguido.
Palavra Do Dia
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