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Atualizado: 1 de dezembro de 2025
O Cavalleiro saboreou! E com as bochechas lusidias d'admiração: Aquelle velhaco! Para cavallos e para mulheres não ha outro, em Oliveira! A *Gazeta do Porto*, com a Correspondencia vingadora, devia desabar sobre Oliveira na quarta-feira de manhã, dia dos annos da prima Maria Mendonça.
E na Snr.^a D. Rosa, com todas as rosas da sua pelle e todo o ouro dos seus cabellos, dominava «um não sei quê» de amollentado e de sorvado... Depois pouco esperta. E pouco cuidadosa sempre mal penteada, sempre mal pregada... D. Maria Mendonça considerava o Governador Civil com um espanto amavel: Pois se o Snr.
Por provisão particular de 12 de dezembro de 1605, passada em Valhadolid foi concedido o mesmo privilegio aos duques de Aveiro, em attenção ao grande luzimento de sua casa, pois D. Jorge de Alencastre, nascido em 1481, era filho do rei D. João II e de D. Anna de Mendonça, que, por via de regra estatuida acabou commendadeira de Santos.
Se me não engano, n'aquella mesma noite tive o prazer de o encontrar; porém, quando ia para lhe extender a mão, já vossa senhoria tinha saido d'este quarto, ajuntou Tristão dirigindo-se a Manuel de Mendonça e extendendo-lhe brandamente a mão.
Foi n'esse momento que ella começou a comprehender que lhe não era totalmente indifferente. Mas, d'isto tudo o que poderia resultar? Quem era Martha, para ser amada por um homem como Manuel de Mendonça, um commandante de navios, emquanto ella não era mais do que a filha de um operario! N'esses momentos subiam-lhe á mente mil idéas que a torturavam.
Poucos mezes antes de morrer, Manuel Pires de Athayde, entregára a sua filha dezeseis mil cruzados em dinheiro, afóra joias e outros objectos de valor, pedindo-lhe ao mesmo tempo que acceitasse por esposo a Alvaro de Mendonça seu primo co-irmão, moço serio e de bom porte, e, além d'isso, possuidor de riquezas quasi eguaes ás que o alcaide-mór lhe legava.
Lembra-se D. Marianna de Mendonça, recorda-se Manuel, d'um banqueiro chamado Felix Justino de Araujo, que em 1835 a mandou ir um dia em companhia do seu advogado, levantar um deposito de perto de quarenta contos de réis? Lembro-me, respondeu D. Marianna de Mendonça, fixando demoradamente o semblante do conde de S. Luiz.
Até então dera-lhe o amor afouteza para responder ás iras paternaes; e a risonha esperança de permanecer poucas horas em casa, depois da expulsão de Mendonça, afigurava-se-lhe agora uma tenção criminosa. Era o mêdo que a transtornava assim; logo, porém, que o sobresalto se desvanecesse, viria a reacção do amor restituir-lhe o vigor de um proposito, cuja firmeza as ameaças do pae não abalariam.
Que Julio Cabral da Silva Maldonado Mendonça de Gouvêa, Moço fidalgo, bacharel formado, Filho da illustre Cêa, Ex-administrador d'este concelho, Commendador de Christo, Foi de virtudes singular espelho, Caminhante, crê n'isto.
Manuel de Mendonça, que fixára o rosto entristecido de Magdalena, cravou os olhos no chão, como receiando que o trahisse o seu olhar. Teria elle comprehendido o que se passava no coração de Magdalena? Agora, disse Magdalena, retiro-me. Ámanhã sendo meio dia, aqui estarei, por que tenho graves negocios a tractar com vossa excellencia e com seu filho.
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