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Atualizado: 13 de outubro de 2025


«Isto é verdade, Ludovina? exclamou ella erguendo as mãos, e apertando a carta ao coração Isto é verdade, minha filha?

O barão, ora espavorido, ora risonho, alternava os olhos entre Almeida e Ludovina. O leitor sabe como no theatro se recupera o juizo.

Não teve remedio se não sentar-se, a resumar camarinhas de suor, impando, e arfando como folle de forja. Ludovina, mais assustada que compadecida, tomou-lhe a mão, e com a outra enxugou-lhe a face. «Soffre porque me não ama, porque me não crê... disse ella. Não faças caso d'isto, não é nada... não é nada regougou elle. «Seja superior aos infames que nos invejam, meu amigo.

Sei o que quer dizer atalhou a zombeteira senhora ha situações em que quizeramos immediatamente felicitar as pessoas que soffrem por nossa causa. Isso é assim... Pois bem. Tratemos definitivamente da felicidade da nossa Ludovina. Minha filha, como v. s.ª sabe, não tem dote.

Ludovina, indo receosa, disse:

Esse homem não será teu marido, será um protector de todos os teus, e fará a tua independencia n'uma sociedade onde a formosura se estima como um meio de alcançar «fortuna», e a «fortuna» como um meio de se alcançar tudo. Entendeste-me, filha? Entendi, meu pae. Ludovina entrou jovialmente na sala.

Fique-lhe de aviso que a srLudovina tem um marido de quarenta e tantos annos, isso é verdade, mas capaz de pegar n'uma orelha dos pandilhas como vocemecê, e dar-lhe com a cabeça n'uma esquina, tem percebido? O commendador desceu as escadas, e Ricardo de , estupefacto e aturdido, atravessou o corredor, e entrou nas salas. Pouco depois, entravam na carruagem D. Ludovina e sua mãe.

Ludovina falava com meiguice ao marido, explicando-lhe o entrecho do Trovador, e aguçando-lhe a compuncção nas lamentações finaes da Ponti, que o commendador denominava uma «comedianta de mão cheia.» O ar de felicidade que se mutuavam, era o espanto dos observadores, e o castigo da maledicencia desapontada. Seguiu-se um baile.

Antes, porém, de entrar n'essa tarefa que realmente me dóe, seja-me permitido verter uma lagrima no degrau do altar onde eu collocára Ludovina, onde ella se collocára, e de onde se me afigura que... Não dou ansa a juizos temerarios do leitor. Leiam, e decidam se a virtude perfeita não é uma utopia impossivel n'um livro que tiver mais de duzentas paginas.

Então? exclamei eu a custo, com as costellas apertadas n'um abraço homicida. A baroneza? Sim... diz-me alguma cousa da ultima «revolta». A baroneza... cahiu miseravelmente. Cahiu?! Não o sabias? que estupida espionagem tu trazes nas casas alheias! Venceste, pois. Marcos! Oh minha pobre Ludovina! onde eu te havia posto! O que dirá o publico! Despenhou-se aquelle anjo!

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