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Atualizado: 20 de dezembro de 2025


Rebanhos a pastarem nas campinas, As aves a cruzarem-se no ar, O serpear das aguas argentinas, Os fructos a dourarem no pomar; A pureza das auras matutinas, Os dias que o bom sol nos vem dourar, As flores assetinadas, purpurinas, As poeticas noites de luar; Os campos no sorrir da primavera, A selva, as fragas onde vive a fera, O universo em toda a immensidade, Nunca foi concedido por herança.

E eis que de repente ella sentiu que os seus pés tomavam raiz; e que os seus braços se lhe tornavam duas enormes folhas verdes; e que os olhos se lhe desabrochavam em dous formosos nenuphares; e ouvia-se a voz de Brahma: «Os teus olhos, ó minha bem amada, são como duas flores de lotus que se abrem na superficie esmeraldada dos lagos».

E d'ouro guarnecidas Vossas louras cabeças levantando Sôbre as ondas erguidas, As tranças gottejando, Sahindo todas, vinde a ver qual ando. Sahi em companhia, E cantando e colhendo as lindas flores; Vereis minha agonia, Ouvireis meus amores, E sentireis meus prantos, meus clamores.

São viúvas do chão que as recebesse no seu seio profundo e generoso para as restituir á luz em flores e em frutos, para vestirem de doçura a terra, para salvarem da fome os que a padecem, para se alargarem em lagos dos açudes e para cantarem na levada alegre seu louco impulso, todo o seu folgar».

Olhavam os dois os circulos que se abriam quando viram duas flores subirem á tona, brancas, abertas em cinco petalas, erectas em finas hastes, como se o reflexo das mãos da Immaculada se houvesse materialisado em memoria da ablução ligeira. Eram lirios e trescalavam. Virtude, brilho das almas, que importa que desças á vasa? és impermeavel como a luz, purificadora como o raio de sol.

Zuniam as abelhas, cantavam os passaros, e o cheiro das flores, em que me tinha deitado, trepava-me á cabeça. Fechava os olhos encadeados com a luz do céo e punha-me a sonhar. O sol appareceu por detraz do monte, correu uma aragem, as florinhas do rosmano curvaram-se, escondendo-se na troca dos beijos.

O Livro das flôres (legendas da vida da rainha santa), por ALBERTO PIMENTEL. Lisboa, 1874. Não é livro para mysticos peculiarmente.

Conheces tu a mancenilha n'este deserto, que vaes palmilhar, encalmado das ardencias do coração? Saberás tu, aos dezoito annos, distinguir a mulher, que mata, da mulher, que salva? Os trinta abysmos, d'onde me eu levantei, com as faces a escorrerem sangue, estarão cobertos de flôres para ti?

Em epochas muito longinquas, o povo de uma grande capital cujo nome nos não occorre erigiu um lindo templo dedicado á padroeira dos musicos Sancta Cecilia, segundo a tradição. Eram das côres mais vivas e vistosas as flôres escolhidas para cobrir o altar, a roupagem da sancta toda em prata filigranada e os sapatos executados em ouro, pelo mais habil ourives-cinzelador que vivia n'essa cidade.

As mais pobres, com uma simples camisa de algodão de riscadinho multicôr, e sem mais joias que um rude talisman de coral, corriam, chalravam, mostrando nús os braços e o collo côr de medronho mal maduro... E sobre todas o meu desejo zumbia como uma abelha que hesita entre flôres de igual doçura! Ai Topsius, Topsius! rosnava eu. Que mulheres! Que mulheres! Eu estoiro, esclarecido amigo!

Palavra Do Dia

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