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Atualizado: 14 de dezembro de 2025
A atmosphera tem a côr avermelhada dos raios do sol, que desce a esconder-se no mar, e faz brilhar, com côres phantasticas, as azas, meio diaphanas, das borboletas iriadas, que volitam dos cafezeiros para as goiabeiras, e d'estas para os ramos dos pés d'araçás.
Mas elle della me dilata o tempo. Azas para voar vejo no tempo, Que com voar a muitos foi remedio; E só não vôa para a minha vida. Para que a quero eu sem tua vista? Para que quer tambem o triste fado Que não acabe o tempo tal crueza? Não poderão fazer crueza, ou tempo, Fôrça de fado, ou falta de remedio, Qu'essa vista m'esqueça em toda a vida.
Bibes brancos a esvoaçar como azas de borboletas; finos cabellos encaracolados cahindo em maciezas de luz, a nimbar d'oiro Varezo cabecinhas graciosas... Bellas crianças feitas de mimos e de beijos, rosadas e fortes, promptas para a vida sem maguas nem canceiras. E aquella!
Toma-a nas azas tuas, Menino pio, illesa e sem perigo, Antes que nestas cruas Ágoas cahindo apague o fogo antigo. He digno amor tamanho De viver, e ser tido por estranho. Não: qu'he razão que seja Para as lobas isentas, que amor vendem, Exemplo onde se veja Que tambem ficão presas as que prendem. Assi o deo por sentença Nemesis, que Amor quiz que tudo vença.
3.^o O griffo é um quadrupede com azas e cabeça d'aguia. Symbolisa o demonio. Vê-se muitas vezes sobre os monumentos Romans dos seculos XI e XII. 4.^o A sereia é um monstro com o corpo metade mulher e metade peixe. A parte superior do corpo, que comprehende a cabeça, os braços e o corpo até á cintura, tem a fórma humana; e o resto inferior é a cauda d'um monstro marinho.
Dilataram-se-lhe em arqueijos as azas do nariz. Raiaram-se-lhe os olhos de linhas sanguineas. Correu ás gavetas dos toucadores e das commodas; remexeu tudo, revistou tudo impetuosamente, e exclamou: As caixas das joias!? As tuas joias, Paulina, e as tuas, Eugenia? Onde estão cem mil cruzados de brilhantes de vossa mãe? Paulina cravou os olhos no chão, perdida a côr, e quasi os sentidos.
Pareceu-me então aquelle cicio, como de azas de um cherubim que baixasse a meu lado; via a claridade de alvura de suas roupagens longas, estava silencioso ao pé de mim. Mostrava a expressão da serenidade augusta, uma apparencia que consolava.
O altar, muito ornado, com as reliquias expostas, destacava n'uma alvura festiva; docel, frontal, paramentos dos missaes eram brancos, com relevos d'ouro desmaiado; nos vasos erguiam-se ramos pyramidaes de flôres e folhagens brancas; os velludilhos decorativos, dispostos como velarios, punham dos dois lados do tabernaculo a brancura de duas vastas azas desdobradas, lembrando a Pomba Espiritual; e os vinte castiçaes erguiam as suas chammas amarellas em throno até ao sacrario aberto, que mostrava d'alto, engastada n'um rebrilhar d'ouros vivos, a hostia redonda e baça.
Já não veria dissipar-se a aurora De meus inuteis annos, sem uma hora Viver mais que de sonhos e anciedade! Já não veria em minhas mãos piedosas Desfolhar-se, uma a uma, as tristes rosas D'esta pallida e esteril mocidade! Deixal-a ir, a ave, a quem roubaram Ninho e filhos e tudo, sem piedade... Que a leve o ar sem fim da soledade Onde as azas partidas a levaram...
Eu tinha escripto bastantes artigos funebres, catadupas de pranto sobre os esquifes de matronas várias que haviam nascido gertrudes, e do tamborête da cozinha avoenga se esvoaçaram nas azas da bebada fortuna para os divans bysantinos e d'ahi para os jazigos marmoreos.
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