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Atualizado: 2 de outubro de 2025


As probabilidades todas são que similhante consorcio foi do lado de D. Maria Telles um calculo d'ambição, e do lado do Infante um meio de satisfazer seus desejos. Isto é o que resulta da historia. Mas o auctor podia substituir este argumento historico pelo de um amor talvez mais lyrico, mas por ventura não mais dramatico. O que não devia era dar a esse amor a fórma e expressão que lhe deu.

Eu sou bem como a flor que não descerra Em clima alheio. Que importam teus encantos? Não és, terra do exilio, a minha terra! A Alberto Telles. ! Ao ermita sosinho na montanha Visita-o Deus e dá-lhe confiança: O nauta, que o tufão aos polos lança, Ainda espera um sopro que o ceu tenha! !

D. Pedro I. D. Fernando I. Leonor Telles. Estado de Portugal no fim do reinado de D. Fernando. Meus amigos, principiou o João da Agualva, corriam os annos, e por esse mundo de Christo íam todos abrindo os olhos. Os romanos, como lhes disse, eram um povo que sabia o nome aos bois.

Nunca deixava de ir á cidade: fazia-lhe bater o coração o som das ferraduras sobre o lagedo: ia passar diante da Amparo da botica, diante do cartorio do Nunes que tinha a sua banca ao da janella, diante da Arcada, diante do senhor administrador que estava na varanda de binoculo para a Telles e o seu desgosto era não poder entrar com a egoa, os Morgaditos e o lacaio pelo escriptorio do doutor Godinho que era no interior da casa.

Os caracteres introduzidos neste drama são o de D. Maria Telles; o do Infante D. João: o de D. Lopo Dias de Sousa, filho de D. Maria e de seu primeiro marido: o de Garcia Affonso, Commendador d'Elvas; o de João Lourenço da Cunha, marido de D. Leonor Telles; o de D. Fernando I; o de D. Leonor; o de Vasco, pagem de D. Leonor, e o de Fr.

Assim o declarou peremptoriamente ao Rei, por ella e pelo Conselho da briosa familia, a irmã, a Dona Maria Telles, que annos depois havia de repetir por sua propria conta a comedia com o irmão de Dom Fernando, o Infante Dom João.

A primeira com D. Isabel da Cunha, filha de Alvaro da Cunha, quinto senhor de Pombeiro, o qual era filho de João Lourenço da Cunha e de sua mulher a celeberrima D. Leonor Telles . A lista dos filhos de Alvaro Vaz de Almada, publicada nos Retratos dos varões e donas, é deficiente.

A velha Alfama dormia tranquilla e silenciosa como nas noites em que era acordada pelas danças, trebelhos e folgares do folião D. Pedro I, ou pelos rugidos e ameaças populares dos sequazes de Alvaro Paes contra a bella Leonor Telles.

Assim de minha ardente phantasia Aos sonhos perfumados de venturas Que a beijar-me a fronte eu sentia, Ai! seguiram-se tristes amarguras Que a vida a pouco e pouco vão comendo; Deixando espinhos onde as verduras Eram brandos aromas rescendendo! Alberto Telles A Sorte p'ra o fraco é dura ás vezes! P'ra o forte, que a virtude e crença alenta, P'ra esse não ha sortes nem revezes...

Uma dessas mulheres, excepções que infelizmente não são raras, foi decerto Leonor Telles, de cuja terrivel historia, longa iliada de crimes, procuraremos narrar um episodio.

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