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Atualizado: 6 de outubro de 2025


Era um ideal do demi-jour da coquette parisiense: sem arte nem estudo, lh'o preparára a natureza em seu boudoir de folhagem perfumado da brisa recendente dos prados.

A casa de jantar toda pintada E o estuque cheio d'aves, de paysagens, De nymphas, prados, d'aguas, de boscagens, Tem uma forma antiga e recatada. D'involta com seus goles de Madeira A senhora digere o seu café; E ao lado, um filho rubido de Parece um pregador sobre a cadeira.

Veia tranquilla e pura Do meu paterno rio: Dos campos, que elle rega, Mansissimo armentio: Rocío matutino: Prados tao deleitosos: Valles, que assombram selvas De sinceiraes frondosos: Terra da minha infancia: Tecto de meus maiores: Meu breve jardimzinho: Minhas pendidas flores: Harmonioso e sancto Sino do presbyterio: Cruzeiro venerando Do humilde cemiterio,

Era precisamente esse movimento continuo o motor d'aquella claridade que permittia ver-se perfeitamente o leito do Oceano, com os seus bosques e os seus prados, e, por entre esta agglomeração de objectos diversos, a vida animada d'esse campo, ora accidentado, ora extendendo-se em planicie.

Sonho dos astros que alimenta o sonho dos corações que ao sonho se renderam, a servi-lo votando todo o sangue e outra não querendo conhecer, vagueia sobre os prados o luar, cobre as águas do rio, e na floresta, sorrindo brandamente, confundiu-lhe em vagabunda alvura e infinita a mais ousada haste e a mais pequena, a mais endurecida e a mais tenra.

Estes homens, meu amigo, estão executando um Rito que encerra em si toda a Religião dos Aryas, e que tem por objecto propiciar Indra Indra, o sol, o fogo, a potencia divina que póde encher de ruina e dôr o coração do Arya, sorvendo a agua das regas, queimando os pastos, desprendendo a pestilencia das lagôas, tornando Septa-Sindhou mais esteril que o «coração do mau»; ou póde, derretendo as neves do Hymalaia, e soltando com um golpe de fogo «a chuva que jaz no ventre das nuvens», restituir a agua aos rios, a verdura aos prados, a salubridade ás lagôas, a alegria e abundancia á morada do Arya.

E ella consolava-se, chegava a encantar-se até, quando, por uma bella manhã de sol, sahiam ambos, e atravessavam bosques e prados, caminhando ou correndo, na alegria doida de dois collegiaes em férias.

Se os bosques e os prados da minha terra são tão formosos, pensava elle, como não hão de ser encantadores os d'aqui, se até por elles passeiam os reis e a sua côrte? E quando as caçadas, nos meus sitios, são tão divertidas, o que não acontecerá em Madrid, onde tudo deve participar da grandeza da capital? E os aprestes de caça de D. Lucas!

Respirava fortemente de ter corrido; vinha córada; os seus olhos vivos e negros luziam; e sahia d'ella uma sensação de frescura e de prados atravessados. O parocho desceu, cingido ao corrimão, para a deixar passar, murmurando boas noites! com a cabeça baixa. O conego, que descia atraz, pesadamente, tomou o meio da escada, diante de Amelia: Então isto são horas, sua bréjeira!

Que doçuras inefaveis Tens nos teus prados amenos! Ai! Maria da Cancella!... Cada vez que fallo n'ella, Sou Petrarcha... em fralda, ao menos! Dai logar á catarata D'uma lagrima que rola Pelas faces, como orvalho A aljofrar uma papôla, Respeitai a desynth'ria Desta enferma poesia, Que resiste á Revalenta! Braz Tisana, esse que diga, Em que estado anda a barriga Da Musa, nos seus outenta!

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