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Atualizado: 2 de outubro de 2025
Vendeu-lhe a sua egua, encaminhou-o por atalhos seguros da vigilancia dos aguazis, e levou-o á fronteira de Hespanha, curado das feridas, e salvo de encontros importunos. Ahi, foi facil ao foragido comprar um passaporte, que o levou a Madrid com o pseudonimo de D. Fernando Godinho Pereira Forjaz.
Diga que não sou amigo! Obrigado, snr. Gustavo, obrigado... Isto aqui entre nós, hein, que somos todos cavalheiros! E cá este abraçava João Eduardo é como se fosse irmão! Entre nós é p'r'á vida e p'r'á morte! E é mandar a tristeza ao diabo, rapaz! Toca a escrever o folheto... O Godinho, e o Nunes...
E, agora, ia mandar para o Jornal de Noticias um annuncio, a pedir uma esmola, assignando «Xavier Godinho, primo do rico commendador G. Godinho.» Queria vêr se D. Patrocinio das Neves deixaria um parente, um Godinho, mendigar assim, publicamente, na pagina d'um jornal. Mas é necessario que tu me ajudes, rapaz, que a enterneças! Quando ella lêr o annuncio, conta-lhe esta miseria!
Amaro aceitou a casa. E n'essa mesma manhã o conego ajustou-lhe uma criada, a snr.^a Maria Vicencia, pessoa muito devota, alta e magra como um pinheiro, antiga cozinheira do doutor Godinho.
«Parece na verdade, ser acto providencial do Altissimo que Manuel Godinho de Eredia, o cosmographo, tivesse recebido com missão do conde almirante, vice-rei da India dentro e além do Ganges, para que o mesmo Eredia podesse ser meio de se accrescentarem novos patrimonios á corôa de Portugal, e de tornar-se rico o dito conde e a nação portugueza.
Mas a felicidade pachorrenta d'aquelle sêr obeso, occupado em colleccionar receitas de medicina caseira e em observar as perturbações phantasticas da sua digestão; os seus constantes louvores do doutor Godinho, dos pequenos e da senhora; as chalaças obsoletas que elle repetia havia quarenta annos e a innocente hilaridade que ellas lhe davam, impacientavam Amaro.
Homem, acudiu o doutor com bondade, estou a philosophar, não estou a caçoar... Mas emfim, que queres tu que eu te faça? Era o que o doutor Godinho lhe tinha dito, tambem, com mais pompa! Eu tenho a certeza que se vossa excellencia lhe fallasse... O doutor sorriu: Eu posso receitar á rapariga este ou aquelle xarope, mas não lhe posso impôr este ou aquelle homem!
Agora, pai, commendador, proprietario, eu tinha uma comprehensão mais positiva da vida: e sentia bem que fôra esbulhado dos contos de G. Godinho simplesmente por me ter faltado no Oratorio da titi a coragem d'affirmar!
Serva de Jesus, proprietaria de tantos predios, ella não podia deixar um parente, um Godinho, definhar-se alli n'aquelle casebre, sem lençoes, sem tabaco, com os filhos em redor, esfarrapados, a chorar por pão. Que custava á tia Patrocinio estabelecer-lhe, como já fizera o Estado, uma mesadinha de vinte mil reis? Tu é que lhe devias fallar, Theodorico!
O doutor Godinho encontrára-o na Praça, e parára com condescendencia, para lhe dizer: A coisa tem feito barulho. Vossê é o diabo! E a piada ao padre Brito é bem jogada. Que eu não sabia... E diz que é bonita, a mulher do regedor... V. exc.^a não sabia? Não sabia, e saboreei. Vossê é o diabo! Eu fui que disse ao Agostinho que publicasse a coisa como um communicado.
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