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Atualizado: 9 de outubro de 2025
Mesa posta para os gourmets da intellectualidade; porta aberta para todos os que chegavam, fossem gregos ou troyanos. Conheci Castilho na rua do Sol ao Rato, onde recebia na sua enorme bibliotheca, uma vasta sala, que os melhores auctores de todos os paizes e de todos os seculos povoavam de alto a baixo. Fazia respeito aquillo: era uma cidade, um emporio de celebridades consagradas.
Um cortejo de coisas! Raça estranha! Por isso o outro fez com que a montanha désse, aturdindo a terra, á luz um rato! Vae a galope a enferma que melhora. Ámanhã, ou depois, saltarás fóra d'essa importuna cama. O que te cança é ter o corpo ahi. Vamos a Piza passar o inverno todo. Alli serenos são sempre os ceus. Alli tepida a briza dá vida a um velho! Então a uma criança!
Teixeira Bastos, é um pintor de Lisboa que veio ao Porto mostrar-nos que tem talento artistico, dando-nos a impressão de que vê muito bem. O que especialmente o torna notado é o magnifico tom de luz que dá aos quadros. Os castanheiros, foi para mim o que mais me agradou; são dignos de menção a Cabeça da rapariga e Canto do Rato. D. Leopoldina Pinto é uma amadora distincta.
Matem o rato que róe a raiz da arvore, se querem vêr a arvore carregadinha de maçãs de ouro aconselhou o moço. A sentinella, grata com a resposta, compensou-o com dois burros carregados d'ouro. Para encurtarmos razões, o rapaz nascido n'um folle depressa alcançou as portas da cidade, onde havia a fonte que estava sequinha.
Querendo saber d'onde viria aquella preciosidade, seguiu o rato, que o levou muito longe, a um paiz ignorado, onde todos os campos estavam cobertos de arroz e onde o bonzo aprendeu a cultival-o, introduzindo-o depois no seu paiz. Foi d'aqui que nasceu a adoração das populações japonezas pobres, pelo rato, que conservam em casa mumificado, considerando-o como symbolo da abundancia.
Ao mesmo tempo, como era cuidadoso, amaldiçoava o mofino rato que tinha roido a porta da adêga, e, sem nunca deixar de pensar em Adalberto, cuidava tambem em tapar aquelle buraco e vêr se quanto antes matava os ratos. Adalberto era o assumpto de todas as conversações. Ora, até que emfim chegaram!
Adalberto fallou do carvão com que tinha escripto o seu nome e todos os nomes da sua familia; da fita doirada que tinha deitado no chão; soube dizer o que havia na adêga; indicou o logar onde estavam as garrafas vazias, o logar do tonel e o das tabuas. Fallou tambem dos bichos pretos e do rato que tinha roido a porta.
Fallando á sua nova amiga, volta-se para o canto da parede por um movimento que se tornou nervoso e o que vê elle?... o objecto mysterioso tinha mudado de lugar, tinha andado e andava ainda; vinha para o lado do pequeno. Não havia duvida, era um grande rato preto, um d'aquelles que Gervasio se esforçava por fazer cahir na ratoeira, dizendo que aquelles animaes mordiam.
De mas empalmar?! Sobrinho! Juro que hão de pagar-m'o caro!... Só atazanados! Dá licença que lhe dê um conselho?... Dize, rapaz. Estás um homem, e tens mostrado valer mais, do que nós todos. Se quer apanhar o rato na ratoeira, não faça bulha. Bem! Bem! Do manus! Qui nescit dissimulare nescit regnare, acudiu fr. João, esfregando as mãos. Ah! patifes! O que elles se terão rido á minha custa!...
Porque este mundo e a sua historia é a historia do 'castello do Chucherumello'. Aqui está o cão que mordeu no gato, que matou o rato, que roeu a corda etc. etc.: vai sempre assim seguindo. Mas o frade não nos comprehendeu a nós, por isso morreu, e nós não comprehendemos o frade, por isso fizemos os barões de que havemos de morrer.
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