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Atualizado: 19 de outubro de 2025
Á noite a avó adormeceu cedo, mas elles mal se atreviam a ir ao vidro receando que acabasse por cousas tristes. Comtudo sempre foram. D'esta vez chegaram a gritar ambos ao mesmo tempo em voz um pouco alta: Isto é o nosso quarto e nós n'elle!
Mas como elle, com o seu tostão bem agarrado, nos seguia ainda, como no sulco da nossa magnificencia, o Silverio teve de o espantar, como a um passaro, batendo as mãos, e de lhe gritar: Já para casa! E leve esse dinheiro á mãe. Roda, roda!... E nós vamos almoçar, lembrei eu olhando o relogio. O dia ainda vae estar lindo.
E eu, no meio d'aquelle trabalho feroz, ainda ouvia o innocentinho gritar. E apertava-lhe mais a garganta. E voltava a cavar, queria cavar fundo, para que não dessem com o corpinho quando lavrassem a terra para semear de novo. E não havia maneira!
E estala em mim, feroz, voraz, A canção do Grande Pirata, A morte berrada do Grande Pirata a cantar Até meter pavôr plas espinhas dos seus homens abaixo. Lá da ré a morrer, e a berrar, a cantar: Fifteen men on the Dead Man's Chest. Yo-ho-ho and a bottle of rum! E depois a gritar, numa voz já irreal, a estoirar no ar: Darby M'Graw-aw-aw-aw-aw! Darby M'Graw-aw-aw-aw-aw-aw-aw-aw!
O homem quiz resistir, mas acabou por ceder. Tirou o chapeu. N'isto começou o publico a gritar, sempre em côro: Que ponga el sombrero! E o homem, ao cabo de alguns momentos de hesitação, teve que pôr o chapeu, para depois o tornar a tirar, para ter que o pôr outra vez e para ter que tiral-o de novo...
Nunalvares, quando a mesma solução lhe occorrera, pensou decerto n'um plano diverso. Consummado o assassinato, poz-se em scena a comedia do contra-regras, Alvaro Paes. Foi mandado um pagem a gritar pelas ruas que acudissem ao Mestre, que o matavam no paço. Entretanto, dentro d'elle, era grande o alvoroço.
Ninguem mesmo se atrevia a guarda-lo de noite porque as passava a gritar que o diabo estava alli, que um gato preto o queria afogar, que lhe roubavam a fazenda!...
Esperae! esperae!... A ventania redobra. Depois ha um silencio prostrado, um silencio peor do que a lufada, em que eu ouço o esforço que o mundo, que povoa a escuridão, faz para gritar. A treva arqueja e a ultima braza reluz ainda no lar, cujo escarlate arqueja, arqueja e vae esmorecendo...
Quando elle principiar a vêr o sarilho, em que isto tudo está mettido, que nem eu sei já como sahir d'elle, então é que ha de dar vivas, e gritar «aqui d'el-rei.» Ora deixa estar. E o padre ria, ria de boa feição, ao pensar no logro que havia de pregar a Jorge, ria e comia o bom do homem, que era um gosto vêl-o.
Vêm uns, vêm outros para a fazerem gritar, e ella um dia põe se a rir e ri-se até da desgraça. Julgarieis que na sombra, sob a arvore, o luar constroe e tece, á medida que o Gabiru vae tecendo.
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