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Atualizado: 21 de abril de 2026


D. Ventura esteve quasi a abraçar o seu hospedeiro, porque como bom madrileno começava a sentir a falta d'aquelle manjar predilecto. Emquanto a Amparo acercou-se da janella do gabinete, viu o formoso céu de Florença, aspirou o perfume das laranjas e dos limões, exclamou: Oh! que delicioso cheiro! que bem que ficamos aqui! A alegria de Amparo reflectia-se no coração de Ernesto.

Nem tem velocipede!... Agora, na quaresma, é que se applicou mais, no velocipede do padre Ernesto, do cura de S. José! Mas hontem, no Bosque, zás, terra!... Perna esfolada. Aqui. E na sua propria côxa, com a unha, vivamente, desenhou o esfolão.

Moços e velhos, que a princeza erradamente attribue a Ernesto Biester, apparece assim no livro: Mocosvellos. Aos theatros de Lisboa faz sua alteza a honra de lhes consagrar um capitulo do seu livro. E como a princeza é mulher coherente em todos os actos da sua vida, não quiz deixar de ser mexiriqueira tratando de assumpto que tanto a mexericos se presta.

Quando o pae voltou, Amparo estava quasi socegada, ou pelo menos fingia, para que se não suspeitasse nada da scena que acabára de dar-se n'aquelle logar. Aonde está Ernesto? perguntou D. Ventura. Rapidamente imaginou uma desculpa que motivasse a precipitada fuga do pintor. Ernesto, disse, acaba de sahir. Mas, volta para almoçar?

Morreu o senhor Ernesto? Não, não morreu, respondeu Mauricio, está apenas desmaiado. Não te assustes e ajuda-me a mettêl-o na cama.

Ernesto teve aquella noite um sonho côr-de-rosa, porque a bella Amparo foi o anjo do seu sonho.

Resumindo: Ernesto partiu de Roma, no dia seguinte, levando no quadro uma esperança de gloria; no beijo que abrazara a sua alma uma esperança de amor. Tres mezes tinham decorrido desde o dia em que se separou de Amparo. Durante este tempo, nem uma carta recebêra. Ernesto levava, sem saber porquê, a tristeza na alma. Ha presentimentos que perseguem o homem com a tenacidade da sombra.

Il Canzoniere portoghese della Bibliotheca Vaticana, n°. 4803. Messo a stampa de Ernesto Monaci. Halle, 1875. Desde 1847, que o brasileiro Lopes de Moura publicou em Paris um excerpto do grande Cancioneiro portuguez da Vaticana, contendo as canções de el-rei Dom Diniz. Como se veiu a conhecer a existencia d'este precioso codice em Roma?

Vejo que ambos lemos o communicado de Ernesto. Sim; meu pae mandou-me estes jornaes. Tambem m'os mandou a mim, e vinha perguntar-te se sabes o que se passou entre teu pae e Ernesto. Não sei. Fosse o que fosse, a conducta d'esse rapaz não póde ser mais nobre. Bem vês que nos offerece o quadro, porque tu bem sabes que lh'o não comprei.

Petra ao vêl-o entrar, trazendo Ernesto nos braços, não poude conter um grito. Mauricio continuou o seu caminho e deitou Ernesto na sua cama, o qual, pouco depois, abriu os olhos, enviando um sorriso de agradecimento ao caçador. Diabo! Que susto que me pregou, senhor Ernesto! Julguei que se despenhava pelo barranco.

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