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Atualizado: 21 de outubro de 2025
Outra achei no mesmo logar, de el-rei D. Manuel, mais breve que a passada, que era de seu antecessor, a qual elle escreveu ao mestre de Rhodes, encommendando-lhe um noviço portuguez, que ia servir a religião que será para exemplo das menos enfeitadas. O grão, mestre era o cardeal Pedro de Buzon, e dizia: CARTA DE EL-REI D. MANUEL AO GRÃ MESTRE DE RHODES
Em Roma, encontraria o celebre cardeal Bembo, intimo do magnificente Leão X, imitador acerrimo de Cicero a ponto de aconselhar os seus amigos a não lerem as epistolas de S. Paulo para não macularem o estylo e que, ao celebrar o sacrificio da missa, recitava odes de Anacreonte, em vez das orações do ritual.
O Cardeal Morone, diplomata habilissimo, que soube mudar as disposições do Imperador Fernando I, pôde evitar que as exigencias tivessem satisfacção, com grave prejuizo para a unidade da Egreja.
Como a moeda antiga, cujos cunhos o roçar de muitos annos apagára, o caracter portuguez estava poído e quasi de todo gasto quando chegou, pela desgraça d'Alcacer-quibir, o curto reinado do velho cardeal D. Henrique.
O que só pude desenterrar da tradição, foi: que este mesmo Jorge viera a casar-se na freguezia; que tivera um filho nascido na póvoa da Talhada; que este se ordenára de Clérigo, fôra a Roma, e arribára a Cardeal; em memoria do que, ainda na actual egreja se conserva, herdada da antiga, e mandada por elle de Roma para aquellas suas brenhas muito amadas, uma Cruz de quatro palmos de altura e um de largura, com braços em baixo e em cima, oleada de verde, doirada nas pontas, e n'ella pintados tres cravos, duas chagas, e uma corôa de espinhos.
Sabido este feito em Roma, cuidaram que El Rei era herege, e enviou-lhe o Papa um Cardeal que lhe ensinasse a fé. Aqui falla Duarte Galvão autor como este feito d'El-Rei D. Affonso Henriques, e outros similhantes, nos bons principes devem ser julgados.
O cardeal, que rubricava o convite, não solemnisou com a sua presença a assemblêa dos prelados, os quaes, ao compasso que entravam, iam recebendo os exemplares, e eram advertidos que lessem, assignassem e os não levassem. O snr. bispo de Vizeu, já que ninguem abria discussão, nem o peremptorio do aviso a permittia, leu e deliberou, tambem peremptoriamente, não assignar.
Ora, é mais do que natural que as paredes do vestibulo crescessem simultanea e parallelamente com a elevação das paredes das capellas. O Cardeal D. Francisco de S. Luiz, que estudou o monumento, infere, não sabemos com que criterio, que esta data corresponde á suspensão das obras. Julgamos infundado este asserto.
A affirmativa de que nenhuma nação da Europa, com excepção da Italia, se achava mais adeantada do que Portugal do tempo de D. João I, nas artes da architectura, sómente prova, da parte do cardeal frei Francisco de S. Luiz, que este benemerito academico e illustre litterato, ou não viajou nunca em França e na Allemanha, ou não visitou n'estes paizes os monumentos anteriores ao fim do seculo XIV.
Estas palavras soube o Cardeal em chegando a Coimbra, e tomou grande receio, e El-Rei não quiz sahir fóra a recebê-lo. O que logo o Cardeal teve a máo sinal, e portanto em chegando se foi direito a Alcaçova onde El-Rei pousava.
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