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Atualizado: 3 de outubro de 2025
O campo, que a maioria dos escritores conhecem superficialmente, de rápidas excursões alpestres, sem o menor vislumbre de identificação, vive no livro de Trindade Coelho, com um singular relevo de verdade, com um profundo sentimento do natural. «Entre os poucos argutos dedicados a perscrutar a essência da paisagem provincial, e a alma do provinciano e do campónio, escreve dos Meus amores o nosso grande crítico Fialho de Almeida, Trindade Coelho é dos que mais lucidamente traduzem o seu critério do problema, em forma de arte, e dos que mais progressivamente vão crescendo
Camões, numa carta que dirigiu a D. Francisco de Almeida quando Portugal estava proximo a perder a sua independencia, escreveu: «Em fim acabarei a vida, e verão todos que fui tão affeiçoado á minha patria que não me contentei de morrer nella mas com ella.» Herculano, pouco antes da sua morte, profundamente sensibilizado pela decadencia moral e politica do seu pais, exclamou: «Isto dá vontade da gente morrer!»
Ella não tinha passado ainda, suppomos, pelo espirito do homem de lettras, impondo-se profundamente á sua attenção. Só onze annos depois foi que Alexandre Herculano escreveu a celebre carta a Almeida Garrett, e ha n'essa carta alguns periodos significativos, referentes á discussão de 1841.
Poesias posthumas de F. Xavier de Novaes. Nas trevas. Sonetos sentimentaes e humoristicos. Lisboa 1890, 1 vol. No Bom Jesus do Monte. Porto 1864. 1 vol Noites de insomnia. Publicação mensal. Porto 1874. 12 vols.: 1.° Proemio. Consolação a Santos Nazareth. As ostras. Rehabilitação do snr. visconde de Margaride. A rival de Brites de Almeida. Egas Moniz. Dous poetas ineditos do Porto.
Sabe o que me respondeu? que não queria acceitar coisa alguma; que para recompensa, bastava-lhe o prazer que experimentava em ser util á humanidade. Isto á luz da philosophia é uma grande verdade, mas para o mundo acho uma loucura! Sou quasi da opinião de meu marido. Basta que se chame Tristão de Almeida.
Ventilado pela vigessima vez o caso do atropellamento, bem como o valor do visconde de Coruche, que fizera convencer Tristão de Almeida do risco que havia corrido a sua existencia em se ter approximado, do cavallo da sella, discutiu-se a fundação do hospital.
Ás onze horas, retiraram-se o conselheiro e o visconde, combinando ambos com Tristão de Almeida a hora para no dia seguinte se encontrarem, a fim de se decidir o nome que devia ser escolhido para o titulo.
Queira ignorar tudo, meu pae, ou tudo saber de outra pessoa que não seja eu... «Porque não has de ser tu? Porque sou criminosa. «Criminosa! mas o barão disse que estavas innocente. Foi a minha querida mãe que me salvou á custa da sua dignidade. «Não entendo... Entende, meu pae. A amante de Antonio de Almeida era eu. «Tu! pois tu!... Não me culpe, ou culpe-me, mas perdoe-me.
O visconde de Almeida Garrett, traçando um pequeno esboço da Historia da lingua e da poesia portuguesa, mostrou-se da opinião que as comedias de Sá de Miranda eram para admirar e constituiam um notavel monumento para a historia das artes pela feliz imitação dos antigos e pelo que excedem quanto até então se tinha escripto.
Contou o secretario os successos decorridos, e a convenção, pouco segura, mas preparatoria para bom resultado, que fizera com Bartholo de Briteiros. O francez, approvando tudo com palavras de muito reconhecimento, pediu a Almeida a grande mercê de ser o apresentante dos brilhantes e dos seus respeitos ao fidalgo de Portugal.
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