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Atualizado: 2 de outubro de 2025
Nem parece rasgo d'aquelle que toda a Oliveira considera como o seu mais illustre pateta! Os nossos sinceros parabens!» Gonçalo guardou muito socegadamente na algibeira aquella carta que, dias antes, o lançaria em infinita amargura e furia:
O badage sentou-se na luxuosa estadella do monarcha, dobrou a cabeça sobre os braços crusados na beira da mesa e assim por alguns momentos permaneceu como adormecido pelo cansaço. Entregava o seu espirito á meditação, porque logo alteou a sua cabeça esbelta e se dispoz lentamente a escrever. Todos os mais intimos e sinceros sentimentos do seu coração transmittia-os agora a meia folha de papel.
Companheiros e companheiras: dirijo-vos os meus sinceros sentimentos, porque tendo sido bem conhecedora das injustiças que se estão fazendo ás nossas companheiras, e com especialidade ás menores, porque não só são castigadas com o seu diminuto salario, como tambem as maltratam com pancada.
¡Cada uma d'aquellas curas dependeria de tão pouco! ¡sería tão festejada! ¡tantos effeitos afortunados produziria! ¡deixaria, por corôa de beneficios, tão sinceros, tão duradoiros agradecimentos!
Sua excellencia o nobre ministro da justiça, usando d'aquella apreciavel franqueza que tanto agrada entre amigos verdadeiros e sinceros, mostrou a Sua Eminencia o nuncio a lista dos novos bispos que o governo se propunha nomear, pedindo ácerca d'elles a opinião do mesmo snr nuncio.
O velho fidalgo, concentrado e quasi rispido para com os outros filhos, se alguma vez teve nos labios sorrisos desanuviados e sinceros, foi na presença da sua Beatriz.
«A outra especie de pessoas credulas em demasia são christãos sinceros, mas fracos e escrupulisadores, que á propria sombra da religião respeitam, e sempre receiam crer de menos. Falta a uns a instrucção; cerram os outros os olhos, e não querem fazer uso do entendimento.
Nunca dois seres mais sinceros, mais dignos um do outro, mais desinteressados, mais enthusiastas, mais feitos para se comprehenderem e se adorarem se tinham unido debaixo do céu e jurado um amôr eterno! Amo-te até á loucura! dizia Ronquerolle á marqueza. E eu, respondia ella, amo-te até morrer!
Os olhos que me deram na existencia, Com seu gentil fulgor de virgindade, Umas vezes amor, outras saudade, Renascendo-me a paz na consciencia; Olhos cheios de vida e de innocencia, Revivos de perfume e suavidade, Olhos de tão formosa claridade Que escurecem do ceu a transparencia; Talvez sejam ainda os companheiros Da melodia heroica de meu canto, Meus amigos sinceros, verdadeiros.
Êste sobressalto inexplicável excitou ao mais alto ponto a curiosidade de Júlia que o envolvia com a luz dos seus olhos tam sinceros. Diga!... insistiu ela. Talvez! respondeu Frederico. Tenho-me entregado a êstes estudos especiais, porque o maior prazer duma alma é reconhecer outras almas belas. Oh! mas essas almas escapam-se a tôda a observação atalhou Júlia. Não.
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