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Atualizado: 28 de outubro de 2025


No dia seguinte tinha-os ella embrulhados n'um papel, que dizia por fóra em letras garrafaes: Ao meu rico amigo Tio Cegonha, a sua discipula. Uma manhã, depois, viu-o mais amarello, mais chupado: Ó Tio Cegonha, disse de repente, quanto lhe dão no cartorio? O velho sorriu-se: Ora, minha rica menina, quanto me hão de dar? uma bagatella. Quatro vintens por dia. Mas o snr. Netto faz-me algum bem...

Comprei, habitei o palacete amarello, ao Loreto: as magnificencias da minha installação são bem conhecidas pelas gravuras indiscretas da Illustração Franceza.

II. III. IV. V. VII. IX. XI, nas quaes em differentes proporçoens, se achaõ combinadas as sinco Cores, se descobrem sempre quatro numeros, em que domina o Vermelho, e saõ, o n.º 1. 2. 3. 4. e outros quatro em que domina o Verde, a saber, o n.º 5. 6. 8. 10. e que o Azul, e Amarello cedem sempre ao Vermelho, e Verde; e quando se combinaõ com o Negro, em diversas proporçoens, ou se confundem inteiramente com elle, ou recebem huma sombra, que as escurece sensivelmente, sem que jamais produzaõ huma terceira Cor: esta reflexaõ, digo, me suscitou outro Principio.

Uma chuvinha miuda, como se caisse de um crivo, parecia cristalisar em missangas na copa dos chapeus de feltro, nas barretinas dos soldados, e nos tricornes dos cocheiros das berlindas. Das arvores do cemiterio dos Prazeres, e da cimalha do portico, escorriam gottas de agua como lagrimas. O Tejo, visto da explanada, estava crespo e amarello, erriçado de pequenas ondas revôltas e torvas.

As relações de mestre Gonçalo com o judeu Moyses, em quem o povo fizera justiça a seu modo, foi a primeira pecha que lembrou a alguns dos amotinados, e mal lhes lembrou, logo foi lançada em rosto. A chusma fez côro, como fazia a todas as lembranças, e o bom burguez ficou perplexo: fez-se vermelho e fez-se amarello quasi ao mesmo tempo, e o caso não era para menos.

Um quarto, a que me levaram tres portas escancaradas com franqueza serrana, era certamente o de Jacintho: a roupa pendia de cabides de pau: o leito de ferro, com coberta de fustão, encolhia timidamente a sua rigidez virginal a um canto, entre o muro e a banquinha onde um castiçal de latão resplandecia sobre um volume do D. Quichote; no lavatorio pintado de amarello, imitando bambú, apenas cabia o jarro, a bacia, um naco gordo de sabão; e uma prateleirinha bastava ao esmerado alinho da escova, da thesoura, do pente, do espelhinho de feira, e do frasquinho de agua de alfazema que eu mandára de Guiães.

Atiro-a de encontro á minha infancia e ella Atravessa o theatro todo que está aos meus pés A brincar com um jockey amarello e um cão verde E um cavallo azul que apparece por cima do muro Do meu quintal... E a musica atira com bolas Á minha infancia... E o muro do quintal é feito de gestos De batuta e rotações confusas de cães verdes E cavallos azues e jockeys amarellos...

Exceptuado o Prisma amarello, todos os outros coloridos, alterando mais, ou menos estas Cores, as conservaõ todas; mas, o Prisma amarello, reforçando a Verde, e a Vermelha, destroe todas as outras.

Dr. experimentava e arremessava amarfanhadas para o divan, não se conteve: Ponha a de sedinha branca, Snr. Dr.! Ponha a branca, que lhe fica melhor! E refresca mais, com este calor. Na escolha d'um ramo para o casaco ainda requintou, juntando as côres heraldicas dos Ramires, um cravo amarello com um cravo branco.

Um grito brusco e roufenho partiu d'entre os Phariseus: Bar-Abbás! Aqui e além, pelo atrio, confusamente resoou o nome de Bar-Abbás. E um escravo do Templo, de saião amarello, pulando até aos degraus do sólio, rompeu a berrar, em face de Poncius, com palmadas furiosas nas côxas: Bar-Abbás! Ouve bem! Bar-Abbás! O povo quer Bar-Abbás! A haste d'um legionario fel-o rolar nas lages.

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